Um sufoco!
Aquele aperto que tira o fôlego. Quem sabe onde? Quem sabe no coração? Quem sabe na mente? Talvez seja só a ânsia de por um momento conseguir dobrar em palavras tudo aquilo que vai no pensamento perdido.
Talvez, seja o suspiro da memória que não quer permitir verbalizar uma última lembrança, para que essa não voe com o vento para longe... além... muito além do infinito.
Há palavras que nunca deveriam ser ditas. Há verdades que deveriam ser escondidas a sete chaves, no mais profundo baú do subconsciente, para que de lá jamais pudessem sair.
Mas quem resiste uma palavra pulsante? Quem contém a palavra que grita ser verdade e incomoda até os ossos rasgando todo véu de consciência e dizendo-se no direito de existir e de ser VERBO?
Quem sufoca as sonoras letras que se arrumam cheias de adjetivos e floreios, mas que na ânsia do nascimento perdem todo o desenho para se permitirem nuas, cruas e verdadeiras, emolduradas de sangue e lágrimas como que saídas de um parto difícil em busca da luz da liberdade de simplesmente existirem além de nós mesmos.
Quem sabe se a agonia não é a dor de sentir as nossas certezas nos abandonarem e num misto de todos os sentimentos nos sentimos órfãos das verdades que parimos e criamos pela vida toda, aninhando-as como filhas dentro de nós por tempos e tempos a fio, sem deixá-las vê-las a claridade do conhecimento alheio.
E nesse momento sentimos um aperto vazio. A dilacerante dor da certeza que algumas coisas na vida jamais devem ser ditas, entendidas ou explicadas. Apenas sentidas em silêncio por uma das partes para que a outra possa seguir livre sem rumo voando em suas próprias ilusões.
Pois o que a recente verdade nascida da agonia de existir não entende é que alguns de nós só tem a ilusão para se alimentar!
E depois que já não há mais o que fazer, quando dizemos tudo e já não há retorno, aprendemos a calar... Pois agora "escuto o silêncio que há em mim e basta"...
Aquele aperto que tira o fôlego. Quem sabe onde? Quem sabe no coração? Quem sabe na mente? Talvez seja só a ânsia de por um momento conseguir dobrar em palavras tudo aquilo que vai no pensamento perdido.
Talvez, seja o suspiro da memória que não quer permitir verbalizar uma última lembrança, para que essa não voe com o vento para longe... além... muito além do infinito.
Há palavras que nunca deveriam ser ditas. Há verdades que deveriam ser escondidas a sete chaves, no mais profundo baú do subconsciente, para que de lá jamais pudessem sair.
Mas quem resiste uma palavra pulsante? Quem contém a palavra que grita ser verdade e incomoda até os ossos rasgando todo véu de consciência e dizendo-se no direito de existir e de ser VERBO?
Quem sufoca as sonoras letras que se arrumam cheias de adjetivos e floreios, mas que na ânsia do nascimento perdem todo o desenho para se permitirem nuas, cruas e verdadeiras, emolduradas de sangue e lágrimas como que saídas de um parto difícil em busca da luz da liberdade de simplesmente existirem além de nós mesmos.
Quem sabe se a agonia não é a dor de sentir as nossas certezas nos abandonarem e num misto de todos os sentimentos nos sentimos órfãos das verdades que parimos e criamos pela vida toda, aninhando-as como filhas dentro de nós por tempos e tempos a fio, sem deixá-las vê-las a claridade do conhecimento alheio.
E nesse momento sentimos um aperto vazio. A dilacerante dor da certeza que algumas coisas na vida jamais devem ser ditas, entendidas ou explicadas. Apenas sentidas em silêncio por uma das partes para que a outra possa seguir livre sem rumo voando em suas próprias ilusões.
Pois o que a recente verdade nascida da agonia de existir não entende é que alguns de nós só tem a ilusão para se alimentar!
E depois que já não há mais o que fazer, quando dizemos tudo e já não há retorno, aprendemos a calar... Pois agora "escuto o silêncio que há em mim e basta"...
vc e suas poesias!!!
ResponderExcluirprofessora nata, e as poesia lindas e complicadas ao mesmo tempo;
bjs;
não esquece de comentar o meu.